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Perfil Chef Lucio Moraes
Lucio Paulo Moraes da Silva, 58 anos, natural de Cachoeira do Sul, RS, iniciou na cozinha aos 17 anos, na Sociedade Rio Branco, em Cachoeira do Sul, passando por todos os setores da produção até chegar ao fogão onde encontrou sua identidade profissional. Em Porto Alegre, sua escola foi a Sociedade Germânia onde passou 12 anos pesquisando e executando inicialmente receitas clássicas e  internacionais, para a seguir  desenvolver as suas. Autodidata e  perfeccionista, tira de suas experiências pessoais, como viagens e leituras, as idéias para desenvolver receitas exclusivas que vêm encantando o público gaúcho nos últimos 20  anos, nos eventos realizados pela Chef Lucio Moraes Gastronomia. Suas criações procuram a regionalização (valorizando  nossos produtos e serviços) e seguem rigorosamente critérios de sustentabilidade. Acredita que um prato se compara a uma obra de arte, onde o cliente, primeiramente, é seduzido pela sua aparência e, na medida em que vai descobrindo os sabores, vai se encantando com o mesmo. Dentre algumas pessoas que já tiveram o prazer de degustar os pratos elaborados pelo Chef Lucio Moraes estão o rei Roberto Carlos, Nicolas Sarkozy, Carla Bruni, Luciano Pavarotti, Hebe Camargo, Fernando Henrique Cardoso entre outros. Chef  Lucio Moraes Gastronomia Fundada em 1999, a CHEF LUCIO Moraes GASTRONOMIA, iniciou seus trabalhos  com 2 sócios e poucos funcionários, sempre trabalhando  no fornecimento de alimentos e serviços para eventos  em  todo  Rio Grande do Sul, realizando jantares,  almoços , brunchs e coquetéis para  formaturas, aniversários, casamentos, reuniões-almoço, eventos corporativos, recepções e happy hours. Localizada primeiramente na Federasul, em Porto Alegre, em seguida iniciou  sua Operação na Sociedade Germania e depois nos principais Clubes  da Cidades como Country Club, Bar Ingles do Leopoldina Juvenil  e Amrigs . Hoje baseada no Germania, atua também em  casas de evento de Porto Alegre como Casa Ntx, Alto da Capela, Laurentia, Casa Merci e Alameda da Figueira, Caza Wilfrido, assim como na serra entre outras. A empresa fornece para cada evento cardápios exclusivos, criados pelo Chef Lucio Moraes e que podem ser adaptados conforme as necessidades do Cliente e a ocasião.   RECEITA Risoto Caprese
  • 1 colher de sopa na manteiga
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 cebola picada
  • 500gr de arroz arbóreo
  • 1 copo de vinho branco
  • 2 litros de caldo de frango orgânico
  • 200gr de tomate cereja
  • 150gr de mussarela de búfala em bolinhas
  • muito manjericão
  • sal e pimenta do reino
Modo de preparo Em uma panela , derreta a manteiga no azeite. Doure a cebola e acrescente o arroz ( sem lavar) deixando fritar por 1 minuto em fogo alto. Adicione o vinho e espere evaporar. Depois vá acrescentando o caldo, concha a concha,  esperando que evapore antes de pôr a outra. Mexa o arroz sem parar e apague o fogo quando estiver al dente e com um pouco de caldo na panela Acrescente os tomates, a mussarela ( as bolinhas cortadas no meio), o manjericão, o sal e a pimenta – do – reino. Decore com manjericão e tomate cereja , mussarela de búfala , telha de parmesão Rendimento – 6 pessoas    Dicas sobre azeites especiais Vou comentar sobre os Azeites de Oliva Espanhóis, por serem inegavelmente os meus preferidos. A Espanha possui mais de 250 espécies de azeites mas vou relacionar 03 (três) das principais variedades que considero as mais importantes.  Variedas e Especialidades 1º Picual – Este azeite tem um característico aroma frutado, as olivas cultivadas em solo plano são de sabor encorpado  e com personalidade mais amarga e picantes, já os cultivados nas montanhas são mais doces e com muito sabor. Este azeite potencializa o sabor dos alimentos fritos e molhos ou para simplesmente regar uma torrada. 2º Cornicabra – Este azeite tem a cor amarelo ouro e com tons verdes, possui um excelente equilíbrio de sabor frutado. Quando produzido pela fruta madura, ao degustar este azeite, você vai sentir o sabor do doce ao amargo lembrando folhas verdes. Sugere-se para o uso de molhos, saladas e marinados. 3º Hojiblanca – Este Azeite tem uma grande variedades de sabores, vai desde a doçura ao sabor de erva fresca, leve e picante, finalizando com sabor amendoado lembrando o pinhão da nossa Serra Gaúcha. Com toda essa personalidade ele potencializa sabores de saladas, antipasti, peixes e até sobremesas. Abraço, Chef Lucio  

Churrasco de Carne, Sal, fogo e faca
Em dias que todos buscam por sofisticação nada mais evoluído que preservar o básico. É muito provável que encontremos no açougue um Prime Rib ou um Entrecot o que os mais antigos conhecem genericamente por chuleta. São muitas mudanças para atingir o público que gosta de experimentar coisas diferentes. Carvão moído, lenha “gourmetizada” com sabores, sal temperado, chimichurri, pão com alho, embutidos, frutas assadas, carnes temperadas, espeto á pilha, rotativos, em fim poderíamos citar uma infinidade de coisas. No caso das facas não é diferente. Estamos vivendo a “bolha” da cutelaria. Para os que gostam e acompanham sabem que hoje temos muitas alternativas, modelos, aços inoxidáveis, aço damasco, cabos diferentes, afiadores e chairas, estamos na Era da Cutelaria Artesanal. As facas Don Cassio Selaimen surgiram por acaso, em uma pesquisa para afiação de facas me deparei com este enorme universo que é verdadeiramente um fetiche masculino, como bolsas e sapatos para as mulheres. Estudamos, escolhemos a linha mais tradicional gaúcha e sim produzimos uma faca que hoje é bastante conhecida e reconhecida no pais. Fazemos as facas do Freio de Ouro já há 10 anos, facas que foram a leilão para Santa Casa, facas para o Filme O Tempo e o Vento, bombeiros, salva-vidas e polícia. Editamos o primeiro livro sobre Faca Gaúcha no Rio Grande do Sul pois esta é a faca que eu cultuo. Tudo isso depois de 10 anos sem vender nenhuma faca. Toda pequena produção artesanal era simplesmente doada. Para Atender a demanda hoje, temos uma pequena linha comercial. Não vou me alongar nesta história pois está disponível em www.doncassioselaimen.com.br, e no www.facebook.com/DonCassioSelaimen Ou simplesmente escreva “Don Cassio Selaimen” no google que vamos nos achar. Temos muito conteúdo sobre facas e churrasco!! Para finalizar o meu recado é simples: “mantenha a simplicidade, os amigos e a família”, um bom churrasco de fogo pleno, carne boa, faca afiada e sal resolve muitos problemas, regado á sua bebida de preferência que no meu caso é refrigerante ou mate individual! Mais uma dica!  veja os vídeos sobre afiação de facas, na dúvida use sempre uma pedra destas de duas granulações, um pouco de água e paciência! Abraço Don Cassio Selaimen

Entrevista com Cesar Ramos piloto da Stock Car
SOBRE CESAR RAMOS #30 NOME: CESAR RAMOS DATA DE NASCIMENTO: 25/07/1989 LOCAL DE NASCIMENTO: NOVO HAMBURGO (RS), BRASIL Cesar Ramos, corre com o carro #30 da Stock Car, atualmente na equipe BLAU MOTORSPORT, estreou no Kart em 1998 e participou dos principais campeonatos, com grandes resultados e muita visibilidade. Quase uma década depois, em 2007, Cesar estreou nas categorias de monopostos. Foi a revelação da temporada e conquistou o título do Torneio de Inverno da Fórmula Renault Italiana, abrindo caminho para o sucesso e reconhecimento internacional. Devido aos seus grandes resultados obtidos no início da sua carreira, Cesar foi crescendo no cenário internacional, deixando sua marca entre outros pilotos. Em 2008 participou da Fórmula Renault Italiana e Européia, conquistou resultados expressivos para seguir seu caminho rumo a Fórmula 1. Em 2010, o piloto teve uma temporada fantástica, que o levou ao título da Fórmula 3 Italiana. Cesar tornou-se o primeiro brasileiro campeão na categoria, conquistando oito pódios no total (sendo três vitórias). Como prêmio, também ganhou um teste na equipe Ferrari de F-1, realizado em dezembro, em Valellunga, na Itália. Foi coroado com o prêmio Capacete de Ouro no Brasil e, no final do ano, ainda ganhou a primeira edição do Super Kart Brasil. Correu uma temporada na Renault 3.5 Series, categoria de acesso a F-1 e obteve duas pole-positions na temporada de estréia.  Também teve boa experiência no mundial de carros de Turismo, o Blancpain Endurance Series, onde conquistou a vitória no desafio mundial de Baku, prova realizada no Azerbaijão no fim da temporada as principais equipes e carros de Gran Turismo. Fez sua primeira temporada na Stock Car em 2015. 1 - Em primeiro lugar, Cesar, nos conte o que o motivou a ser piloto de carros de corrida? Na verdade foi uma paixão de pai pra filho. Meu pai sempre foi um apaixonado por automobilismo e me deu a oportunidade de fazer isso. Comecei com 7 anos de idade no kart como uma brincadeira, mas desde os 9 anos levo o esporte super a sério. Comecei a competir nos principais campeonatos do país e os resultados foram aparecendo, o que me deixava sempre motivado a buscar novos desafios e a me tornar piloto profissional. 2 - Como descobriu que era isso que queria fazer e como chegou onde está? - Desde muito cedo percebi que era isso que eu queria fazer. Primeiro porque é um esporte que dificilmente um menino não se encante, e quando eu percebi que poderia  ter destaque e conquistar coisas nesse esporte, eu me dediquei desde criança como se fosse um adulto. Eu tinha ciência do esforço que a minha família fazia pra eu poder fazer o que eu mais gostava, e portanto decidi abdicar de muitas coisas principalmente na adolescência pra chegar sempre bem preparado para cada competição. 3 - Como foi seu início na Stock Car? - Na realidade,  a Stock Car ainda é novidade pra mim. Entrei na categoria em 2015, pra representar uma marca internacional importante, mas em 2016 acabei ficando sem contrato e não competi. Este ano que fui contratado para iniciar esse grande projeto que a Blau Farmacêutica iniciou, de começar do zero uma equipe na principal categoria do Brasil. Nasceu assim a Blau Motorsport e eu fui selecionado para integrar o projeto. 4 - Como foi o teste na equipe Ferrari de F1? - Foi uma experiência incrível, a realização de um sonho. Muitas equipes hoje em dia aceitam receber valores altos por um treino na formula 1, mas a Ferrari é uma equipe que não aceita isso. Então ter realizado um teste de Formula 1 numa equipe com tanta história foi sem dúvida uma grande conquista pessoal. Ganhei o teste após ter conquistado o título da Fórmula 3 italiana, em 2010. 5 - Qual é o maior prazer em pilotar? É a vitória ou a corrida em si? - Obviamente vencer é algo que causa uma sensação, um prazer quase indescritível. Mas o prazer está em pilotar mesmo, buscar o limite do carro, brigar por milésimos de segundo. Sou muito competitivo em tudo que faço, e nada melhor do que uma corrida de carros em pistas incríveis para matar o desejo de competir contra os melhores. 6 - Quem é o melhor piloto com quem já mediu forças, quem é seu ídolo na Stock Car, e quem é seu ídolo no mundo das corridas? - Eu fiquei 7 anos competindo na Europa nos principais campeonatos. Peguei uma geração realmente muito boa. Posso destacar o Ricciardo e o Bottas, que hoje tem grande destaque na F-1. Mas posso afirmar que tinham outros caras muito bons que hoje estão em outras categorias ou que não conseguiram avançar pelo fator financeiro. Ídolo na Stock Car eu não tenho. Tenho um grande respeito pelo Rubinho, por toda sua trajetória no automobilismo mundial. Como ídolo atualmente eu tenho o Hamilton, na minha opinião um piloto muito completo e com uma garra admirável. 7 - Como é pilotar ao lado de caras como Rubens Barrichello, Antonio Pizzonia e Cacá Bueno, dentre outros? - No fim das contas é todo mundo igual. Se estou no grid com eles é porque também sou valorizado. E quando dividimos curva ou brigamos por posições não fico pensando quem é o cara dentro daquele carro. Obviamente tem pilotos que respeito mais fora da pista, como falei do Rubinho, mas quando entramos no carro é igualdade total. 8 - Como é o convívio com a equipe e com outros pilotos no Paddock? Com a equipe é fantástico. Sempre tive muita facilidade em me adaptar e criar um vínculo quase familiar com as equipes que trabalhei. Com  a Blau Motorsport não é diferente, estamos realmente muito sintonizados e trabalhando duro pra fazer a equipe crescer a cada corrida nesse primeiro ano da equipe. Com os pilotos em geral é um convívio de respeito sem muita intimidade. Quando corrida fora fica difícil ter amizade com pilotos que nunca tinha visto antes e que só encontrava nos finais de semana de corrida, mas na Stock Car que são todos brasileiros, alguns conheço desde os tempos de kart, então tenho sim bons amigos dentro da categoria. 9 - Qual o sentimento de ter que sair de uma corrida por um acidente causado por um outro piloto? - É frustrante porque é algo que foge do nosso controle. Mas também já cometi erros e prejudiquei adversários em 20 anos de carreira. Então é parte do jogo e temos que saber lidar com essas situações.  10 - Conte um pouco do seu cotidiano. - Hoje minha principal profissão é ser piloto profissional. Estou num momento muito bom de desenvolvimento dentro de um projeto totalmente novo e tenho o objetivo de permanecer ligado a Blau por muitos anos. Porém como esse trabalho ocupa praticamente só meus finais de semana, durante a semana eu ocupo meu tempo com outras atividades. Estou fazendo faculdade, faço meu treinamento físico e participo de eventos pontuais do patrocinador. 11 - Como é a sua preparação física? Eu gosto bastante de treinar. Mas a preparação mais intensa acontece nas férias das corridas, de dezembro à Março. Durante o ano procuro treinar de 4 a 5 vezes na semana, seguindo os orientações do treinador físico escolhido pela equipe. Além do treinamento de musculação, eu pratico bastante corrida a pé, mountain bike e de vez em quando ando de kart pra dar uma ativada nos reflexos. 12 - Uma história ou uma cena que fez todo o esforço valer a pena. - Em todos esses anos foram muitos momento legais, que com certeza fizeram valer a pena. Mas eu destaco o titulo na F-3 italiana em 2010 porque foi um ano importante pra ter continuado na Europa por mais alguns anos e para estar onde estou hoje, isso porque eu vinha de um ano difícil em 2009, quando nem pude participar da temporada completa por falta de patrocínio,  e então em 2010 consegui dar a volta por cima e vencer o campeonato. 13 - Quais seus outros interesses, práticas e habilidades? - Gosto de esportes em geral, tudo que for esporte eu to dentro. Não que eu tenha talento pra todos, pelo contrário, mas gosto do desafio da competição em si. Além disso, sou um cara mais tranqüilo, gosto de ficar com a família, conhecer lugares novos e curtir a vida. 14 - O que acontece nessa profissão que ninguém imagina? Aproveite pra quebrar mitos, idealizações ou preconceitos. - Bom, o que é difícil para as pessoas compreenderem, é que a minha profissão é um trabalho como qualquer outro, tenho que lidar com pressão, preciso dar resultado pra ter continuidade, e que a parte de guiar o carro na pista, é apenas a parte que fica a mostra dessa profissão. Quero dizer, que existem muito mais coisas envolvidas além de pilotar o carro. Captação de patrocínio, trabalho de desenvolvimento com a equipe extra pista, entre outras coisas importantes. 15 - Viagens, carros velozes, mulheres bonitas, dinheiro. É mesmo glamourosa a vida de um piloto profissional? - O status que um piloto de carro de corrida recebe nem sempre condiz com a realidade. As pessoas imaginam que seja muito glamour e muitas facilidades. Até acredito que os pilotos de F-1 levem uma vida bem glamourosa, mas nas demais categorias do mundo não é bem assim. Obviamente o automobilismo me permitiu conhecer lugares legais e abriu muitas portas, mas como eu falei, é um trabalho como qualquer outro. No final de semana de corrida, por exemplo, passamos o dia inteiro na pista  de quinta a domingo focados no trabalho que temos  a fazer. 16 - O que você diria a um leitor que deseja se tornar um piloto de corrida? - Primeiramente tem que começar. Normalmente o início é no kart, para aprender as coisas mais básicas, como tangencia de curva, controle e etc. E depois que você concluir se é um hobbie ou algo que você quer levar a sério, você precisa planejar a carreira e ter muito foco e dedicação.   Lucas Costa

Hidratação na atividade física
Perda Hídrica x Efeitos Adversos Quando sentimos sede já é o início do comprometimento da termorregulação. Como sintoma observamos boca seca, hemoconcentração progressiva e redução do débito urinário (depois que o exercício se inicia o rim diminui a produção de urina para compensar as perdas hídricas através do suor), reduzindo de 20 a 30% na capacidade de trabalho físico. Ocorre dificuldade de concentração, dor de cabeça, impaciência, sonolência, comprometimento severo da regulação da temperatura, freqüência respiratória aumentada.

 SUGESTÃO:

  •  Pré-exercício
24h antes do exercício: ingerir volume generoso de líquidos 2 horas antes: 250-500mL de líquido Objetivo: garantir a adequada hidratação e permitir tempo sufIciente para excreção do excesso 15 minutos antes: ingerir de 125-250mL de líquido Objetivo: permitir a máxima absorção do líquido sem provocar vontade de urinar.
  • Durante o exercício
Durante: 600-1000mL/hora divididos em pequeno volumes e intervalos regulares: 150-250mL a cada 15-20 minutos. Objetivo: Minimizar os riscos de comprometimento da termorregulação e da performance. Por que é importante fracionar o volume de líquidos ingeridos durante o exercício? As perdas hídricas podem chegar a 2-3 litros/hora, mas apenas 20-30mL são absorvidos/minuto. Além disso, evita-se o retardo no esvaziamento gástrico, que poderia ocorrer mediante o consumo de grandes volumes de líquidos de uma só vez.
  •  Pós-exercício
Pós Treino: Aproximadamente 400ml para cada 0,5kg perdido durante o exercício   Nutricionista Dieimy Stori    crn 9135 Coach de Emagrecimento    /   Especialista em docência do ensino superior

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